Vivo de decibéis e energia emprestada
Alimento-me de corpos inertes sugados por fim
Em vertigem na queda por ti amparada
Nessa rota de colisão onde procuram por mim
Sou vítima da noite e rainha nos meus aposentos
Onde os sonhos são ilusões criados a partir da realidade
Sou escrava de vírgulas e acentos
Que me cobras por entre carícias de pura maldade

Sem comentários:
Enviar um comentário