domingo, 9 de janeiro de 2011

Insónia



Deito-me no esquecimento
Neste vazio de mim, de tudo o que perdi
Adormeço pelo cansaço, pela entrega ao momento
Em que escorrego na dor e me lembro de ti

Minhas esmeraldas preciosas
Lançadas ao rio da minha insónia, inglória
Navegam por entre sonhos de piratas e bruxas perigosas
Flutuam nessa corrente da minha memória

Sem comentários:

Enviar um comentário